DançAberta

O DançAberta é um grupo de pesquisa em dança, dirigido por Júlia Ziviani. Suas atividades são desenvolvidas no Departamento de Artes Corporais da Universidade Estadual de Campinas (DACO/Unicamp), na cidade de Campinas, de onde se ramificam de acordo com a demanda de apresentações, oficinas ou intercâmbios entre grupos.

O grupo nasceu para dar maior amplitude às pesquisas da Profa. Dra. Júlia Ziviani e integrar os profissionais e alunos que com ela têm afinidade, de modo a criar uma relação saudável, dinâmica e produtiva.

O DançAberta, já se apresentou em vários locais, entre eles:

SESC Campinas (2001); Centro Paidéia e Escola Caravelas ambos em São Paulo (2001); Espaço Cultural CPFL (2005, 2008); CECI, Pediatria do Hospital das Clínicas, PRODECAD, Escola Sergio Porto e o Centro Infantil Boldrini, todos em 2006; FEIA – Festival do Instituto de Artes (2006, 2007, 2008); UPA – Universidade de Portas Abertas (2007, 2008); Auditório do Instituto de Artes da UNICAMP (2001, 2006, 2007,e 2008); Colégio Madre Teodora (2008); UPA – Universidade de Portas Abertas (2006, 2007 e 2008); Mostra de Final de Ano do Compasso Centro Educacional - Sorocaba (2008); Simpósio de Arte-Educação, promovido pela Secretaria de Educação de Campinas no Parque Taquaral em Campinas - (2009); Temporada no mês de Abril no Teatro de Dança (Itália) em São Paulo- (2009).

Seu Elenco, de pesquisa e interpretação, é composto por: Cléo de Paula, Daniela Pistoni, Maria Fernanda Miranda, Sheila Campagna e Ana Maria.

Espetáculo: Começar e cutucar, vamos ver onde dá?

Cena do Espetáculo

Este espetáculo, concebido e realizado pelo DançAberta, é direcionado a pessoas de 3 à 90 anos. Ele teve como motivação básica de criação duas estórias da literatura infanto-juvenil, a primeira “Começar” de Silvana Tavano e a segunda do livro “Histórias para se pensar com a barriga” de Marília Pacheco Fiorillo.

A primeira intitulada “Começar”, aborda as variadas maneiras que as coisas têm de começar, a árvore que começa em baixo da terra, os começos com cara de fim, aquelas que quando começam parecem algo que não são...

Já a segunda estória A menina e o vaga-lume adaptação do conto “Nem tudo se cutuca” das do livro “Histórias para pensar com a barriga” trata das travessuras de uma menina muito curiosa e esperta que mexe em tudo: caixa de marimbondo, caramujos, vaga-lumes aprontando com isso uma confusão no mundo dos animais.

Ficha Técnica

Elenco em Cena
  • Concepção e Direção: Júlia Ziviani;
  • Elenco (pesquisa e interpretação): Cléo de Paula, Daniela Pistoni, Maria Fernanda Miranda, Sheila Campagna e Ana Maria;
  • Objetos cênicos: Juliana Matsubara, Júlia Ziviani e Marcius Lindner;
  • Confecção dos objetos: Juliana Matsubara e elenco;
  • Figurino: Júlia Ziviani e elenco;
  • Trilha Sonora: Divanir Gattamorta e Jorge Shroder;
  • Voz em off: Roberta Casanova;
  • Gravação e edição de áudio: Divanir Gattamorta;
  • Iluminação: Maria Fernanda Miranda e Ana;
  • Operador de luz e som: Ana Maria;
  • Design gráfico e edição de imagens: Juliana Passos;
  • Edição e gravação de vídeo: Eloisa Rosa, Samira Marana, Divanir Gattamorta e Marcius Lindner;
  • Produção: Julia Ziviani e grupo DançAberta;
  • Projetos: Júlia Ziviani e Cléo de Paula.

Estrutura e Equipamentos

Aparelho de som com amplificação adequada ao ambiente. O palco ou o espaço físico disponível deve ter dimensão mínima de 8/6 (largura/profundidade) sendo o ideal 10/8. Estar devidamente limpo e livre de quaisquer objetos estranhos ao espetáculo. O melhor chão para o exercício da dança é o de madeira lisa (não encerada) e livre de fissuras, no caso da presença destas últimas usa-se colocar tapetes próprios para dança chamados linóleos, esses devem cobrir toda área dançada. Pede-se que o espaço esteja isolado e disponível para a montagem, no mínimo, três horas antes da apresentação. Solicitamos também que disponibilizem camarins ou biombos para que possamos realizar as trocas de roupas durante o espetáculo.